04 julho 2010

Campanha de doação de medula

Do RJTV

Veja onde se cadastrar para participar.
Doador deve ter boa saúde e de 18 a 55 anos de idade

O HemoRio faz uma nova campanha para cadastrar doadores de medula na faculdade de medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É preciso ter entre 18 e 55 anos e boa saúde, independentemente do peso.

A doação de medula, segundo o HemoRio, pode ter feita durante a retirada de sangue, procedimento que dura dez minutos. O voluntário só precisa doar mais 4ml de sangue para a captação da medula óssea.

Já o transplante pode levar cerca de 40 minutos, se for feito pelo braço ou um pouco menos, se for pela bacia. Embora não seja necessário agendar a doação, o HemoRio pede para que os interessados entrem em contato anteriormente para que possam assistir um filme de 15 minutos sobre o assunto e tirar dúvidas com os médicos.

O cadastramento para a doação de medula pode ser feito no HemoRio, na Rua Frei Caneca 8, no Centro do Rio, que funciona das 7h às 18h diariamente. É possível obter informações pelo telefone 0800-282-0708 ou 2332-8611.

O Instituto do Câncer (Inca) também recebe doações na Praça da Cruz Vermelha 23, no 2° andar, no Centro, que funciona das 7h30 às 14h30 de segunda a sexta, e das 8h ao meio-dia aos sábados. O telefone é o 2506-6064. O voluntário só precisa retirar 4 ml de sangue.



Informativo do HemoRio:

Cadastramento em outros estados:

03 julho 2010

Israelita cria batatas resistentes ao calor do deserto

Cientista também desenvolveu batatas que podem ser irrigadas com água salgadapor
 Redação Galileu
Agricultores palestinos colhendo batatas em Gaza (Foto de Abed Rahim Khatib/Israel21c)

Após mais de 30 anos pesquisando a fisiologia das batatas, o professor David Levy, da Faculdade de Agricultura, Comida e Meio Ambiente, da Universidade de Hebrew, em Jerusalém, desenvolveu uma nova variedade do vegetal capaz de crescer em climas quentes e secos. E também linhagens que podem ser irrigadas com água de fonte salina.

Para o Oriente Médio, onde grande parte do ambiente é desértico e as temperaturas podem chegar a 50°C, a pesquisa é bastante significativa. A batata, original de climas temperados da América, agora pode ser cultivada para consumo interno e exportação para Europa e Estados Unidos.

O processo de irrigação com água salgada foi desenvolvido porque, além do calor escaldante, a região também sofre da escassez de recursos hídricos. O pesquisador conta, em entrevista ao site Israel21c.org, que especialistas procuram novas fontes de água em aqüíferos salinos. Por isso, as novas batatas são importantes para a da agricultura local.

Mas irrigação com água salgada pode causar estresse a diversas plantas. A equipe de Levy estava pesquisando os benefícios de uma bactéria contra o estresse e outras doenças das batatas. O resultado foi que todas as plantas que tiveram a bactéria introduzida sobreviveram às condições adversas, as comuns morreram.

Depois de desenvolver a técnica, o pesquisador compartilhou com cientistas de outros países de clima semelhante: Marroscos, Jordânia, Egito e Líbano. Confira o vídeo para conhecer a plantação da equipe de Levy e algumas das batatas criadas.

 

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