30 maio 2010

Para proteger bacalhau, Canadá estuda matar 220 mil focas em 5 anos

Meta é evitar que mamíferos comam o peixe, valioso à indústria pesqueira. Alternativa é esterilizar fêmeas; ambas ações custarão até US$ 35 milhões.

As autoridades canadenses avaliam a possibilidade de matar 220 mil focas cinzentas ou esterilizar 16 mil fêmeas num período de cinco anos, na ilha Sable Island, costa leste, para proteger a pesca do bacalhau, segundo documento oficial divulgado nesta sexta-feira (28).

Segundo o texto, o Ministério de Pesca e Oceanos do Canadá estima que 300 mil focas cinzentas que vivem na região dizimam as populações de bacalhau.

A iniciativa foi criticada por Mark Butler, do Centro de Ação Ecológica de Halifax, para quem essa não é uma solução de longo prazo.

Caçador de focas canadense em ação na abertura da temporada de caça comercial 2010, em Newfoundland (Foto: International Fund For Animal Welfare / AFP 8-4-2010)"Se começarmos a matar focas para proteger o bacalhau, o morticínio deverá continuar durante séculos porque seus predadores naturais [como os tubarões] já foram dizimados. É um círculo vicioso", disse.

A Sable Island é considerada um paraíso das espécies. Segundo o informe, 80% das focas da região reproduzem lá e convivem com 400 cavalos selvagens e mais de 300 tipos de aves dentro de um ecossistema fragilizado.

Tanto a matança quanto a esterilização, decisões ainda não tomadas pelo governo; custariam entre US$ 20 milhões e US$ 35 milhões, exigindo o envio de veículos, combustível e trabalhadores.
G1.globo.com

Túmulo com mais de 3.000 anos é descoberto próximo à capital do Egito

Monumento foi descoberto na área da necrópole de Saqqara. Buscas prosseguem na tentativa de achar múmia de chefe militar e esposa.

Do G1, com agências internacionais

Arqueólogos egípcios descobriram próximo ao Cairo um grande túmulo com mais de 3.000 anos e pertencente a uma alta autoridade da era faraônica.

O túmulo de Betah Mes, que foi chefe militar, escriba real, chefe do tesouro e administrador dos celeiros reais, pertence à 19ª dinastia, que reinou no Egito entre 1.320 e 1.200 antes de Cristo, especialmente com o lendário Ramsés II.

O túmulo, de 70 metros de extensão, foi descoberto no sítio da necrópole de Saqqara, sul do Cairo. Ele estava escondido sob as areias do deserto desde 1885, quando saqueadores furtaram alguns de seus murais.

Hieróglifos do túmulo são vistos em foto não datada
 divulgada pelo
Conselho Supremo de Antiguidades do Egito. (Foto: AP)

Os arqueólogos descobriram baixos-relevos que representam oferendas às divindidades e o falecido e sua família orando ao deus Amon.


A busca prossegue na câmara principal do túmulo, onde os arqueólogos esperam esperar a achar a múmia de Mes e talvez de sua mulher.
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/
 

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